Seletor idioma

Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Projetos > Projetos de Extensão
Início do conteúdo da página

Projetos de Extensão

Acessos: 213

Formação e Aprofundamento de Conhecimentos Indígenas no Alto Rio Negro (em fase de elaboração)

O NEAI, em parceria com a diretoria de Educação da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) e Gerência de Educação Indígena da Secretaria Estadual de Educação (SEDUC), elaborou uma proposta de curso de formação e aprofundamento de conhecimentos nativos para professores indígenas das escolas de Ensino Médio do Alto Rio Negro. O curso será ministrado por estudantes indígenas do Mestrado e Doutorado do PPGAS, vinculados ao NEAI, em parceria com etnólogos (professores, mestrandos e doutorandos) da região. Com carga horária de 40 hs, a ser ministrado em 8 (oito) polos diferentes, o curso encontra-se em trâmite na SEDUC e na Pro-Reitoria de Extensão da UFAM, planejado para iniciar no segundo semestre de 2020.

 

Centro Indígena de Pesquisa, Tecnologia e Inovação - CIPTI (em fase de elaboração)

 O NEAI vem participando ativamente da proposta de criação do Centro Indígena de Pesquisa, Tecnologia e Inovação (CIPTI), um espaço de produção de conhecimentos a partir dos conceitos propriamente indígenas para promover o diálogo interepistêmico e simétrico. O objetivo do CIPTI é criar um espaço de pesquisa, ensino, extensão dentro das universidades públicas (UFAM e UEA) e articulado com as IES (FIOCRUZ, INPA e IFAM) do Amazonas, para a promoção, divulgação e aplicação dos conhecimentos/ciências dos povos indígenas do Amazonas. A criação do CIPTI foi uma proposta dos pesquisadores indígenas do NEAI durante o seminário da SBPC em Manaus e encampada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria Estadual de Administração.

 

Centro de Medicina Indígena Bahseriko'wi (em andamento)

O NEAI, através de sua coordenação e de seus estudantes indígenas, colabora com o Centro de Medicina Indígena Bahseriko’wi (CMIB), localizado no centro da cidade de Manaus. O referido Centro é um espaço de atendimento ao público em geral, baseado nos princípios dos conhecimentos e práticas xamânicas de cuidados e cura. Além das sessões de atendimento ao público, o CMIB promove palestras, reuniões e minicursos, contando para isso com o apoio dos pesquisadores do NEAI. Neste ano de 2019 aconteceu no CMIB o lançamento dos 7 (sete) livros organizados pelo NEAI (selo EDUA), dentre os quais, de modo especial, a coleção “Reflexividades Indígenas”, 4 volumes resultado de dissertações de mestrado dos alunos indígenas do PPGAS, vinculados ao NEAI.

 

Agricultura indígena no Purus: mitologia e história (concluído)

No período de 07 a 11 de Setembro de 2015, no Município de Lábrea, o Prof. Gilton Mendes, coordenador do Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena – NEAI, em parceria com a Frente de Proteção Etnoambiental Madeira/Purus – FPE e Centro de Trabalho Indigenista – CTI, ministrou o curso Agricultura indígena no Purus: mitologia e história, cujo objetivo foi o de compreender as práticas e formas que os grupos indígenas do Purus, através de sua relação com as plantas, inscreveram suas marcas e deixaram seus vestígios na paisagem, utilizando esse conhecimento para tentar compreender as dinâmicas dos índios isolados da região. Esta inscrição na paisagem se deu a partir das diferentes formas de manejo da floresta, resultando nos cultivos de roçados. Para alcançar tal objetivo, partisse de um panorama histórico e contemporâneo dos grupos étnicos que habitam a região do rio Purus, esboçando um quadro histórico do impacto das frentes de expansão sobre suas práticas de cultivo. Partindo, portanto, deste panorama, foram montados grupos de trabalhos com o intuito de debater, descrever e analisar as mitologias dos grupos da região que versam sobre a origem da agricultura e das plantas cultivadas.

 

 

Fundamentos em Etnologia e (etno) Arqueologia: o Médio Purus (concluído)

O curso "Fundamentos em Etnologia e (etno) Arqueologia: o Médio Purus" é fruto de uma iniciativa da Frente de Proteção Etnoambiental Madeira-Purus em parceria com o Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena (NEAI), da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), através da Pró-Reitoria de Extensão e Interiorização (Proexti).
O referido curso teve como objetivos:

Apresentar os principais temas e conceitos desenvolvidos pela Etnologia amazônica;
Abordar as principais questões concernentes à etnologia do Purus explorados pelas etnografias;
Apresentar conceitos teóricos básicos referentes à Arqueologia da Amazônia Ocidental;
Discutir questões referentes aos sítios arqueológicos do tipo Geoglifo na área do alto Purus e pesquisas arqueológicas recentes na T.I. Caititu.

Ministradores: Gilton Mendes dos Santos, Angélica Maia Vieira, Elaine Cristina Guedes

 

 

Cosmografia, Vida social e Classificações Tukano (concluído)

O curso de extensão "Cosmografia, vida social e classificações tukano" é uma iniciativa de antropólogos indígenas tukano (do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social/UFAM) envolvidos em pesquisas etnológicas desenvolvidas no NEAI que pretendem criar um espaço de reflexividade acerca dos conhecimentos Tukano com o público interessado no debate. A proposta pauta-se na construção de um espírito de reflexão antropológica e ressignificação dos saberes tradicionais em seus próprios termos, saindo de um esforço simples de narrativa para a elaboração de um pensamento antropológico indígena sobre suas próprias cosmologias, cosmogonias e sistemas gerais de classificação, trazendo novos elementos teóricos e contribuindo para um novo momento na produção etnográfica sobre os grupos da região rionegrina.

Objetivo geral:
Fornecer aos participantes, a partir do “ponto de vista indígena”, uma compreensão geral da cosmografia, vida social e dos sistemas classificatórios do grupo étnico Tukano do Alto Rio Negro.

Objetivos Específicos:
Apresentar um arcabouço geral da “teoria tukano” sobre a formação do cosmos e a origem dos humanos, das coisas e dos seres;
Explicitar os processos de formação dos especialistas tukano (yaíkumu e bayá) e suas práticas na vida cotidiana;
Apresentar e explorar as diferentes maneiras de expressão da arte do bahsesé tukano (vulgarmente conhecido como benzimentos);
Identificar e analisar a constituição e modos de ação dos grupos sociais específicos tukano, com especial atenção para sua hierarquia;
Problematizar a forma (métodos e pontos de vista) de produção do conhecimento indígena tukano: é possível falar de uma “antropologia indígena”?

Ministradores: Gabriel Sodré Maia, Dagoberto Lima Azevedo e João Paulo de Lima Barreto.

 

registrado em: ,
Fim do conteúdo da página